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Treino Eficiente: A importancia de uma rotina na vida do triatleta amador

A grande maioria dos triatletas, inclusive alguns profissionais, tem somente uma ou duas possíveis janelas de horários de treinos durante o dia. A rotina do típico triatleta amador é um equilíbrio entre família, trabalho e treinos, estes são realizados geralmente no início ou final do dia, ou um treino rápido na hora do almoço.

Com essa estrutura, o triatleta amador não tem muitas escolhas em relação a horários a serem cumpridos, ele acaba criando uma semana padrão onde repete as mesmas modalidades semana após semana, variando somente os treinos de acordo com a fase de seu programa.

Apesar de sermos bombardeados por informações de ‘Carpe Diem’ e que não devemos seguir uma rotina, e que a vida não tem replay, quando se trata de treinamento esportivo , fisiologia e psicologia esportiva nem sempre essa linha de raciocínio lhe levará a felicidade, pois neste esporte, e nesta vida onde tempo é escasso, e temos que ter muito cuidado em como utiliza-lo, criar uma rotina, com uma semana padrão é uma excelente maneira de treinar de maneira eficiente, simples e que de resultados. Veja abaixo os benefícios:

ANTECIPAÇÃO

 

Para atletas amadores em especial, as melhoras em performance vem de concentrar-se em cada treino e aplicar algumas interpretações básicas de como você está se sentindo, e eventualmente adaptar o treino. Já que em nossa metodolodia de treinamento (O Método) foca em otimizar treinamento e em uma recuperação eficiente, atletas podem seguir suas rotinas e concentrar apenas em fazer o melhor para aquele momento, pois sabem que melhoras virão dessa filosofia.

 

Ter um programa de treino estruturado, remove qualquer dúvida de sua preparação, pois lhe fornece uma mapa para seus objetivos. Sabendo que seu programa foi elaborado baseado em filosofias de sucesso, lhe da confiança e te permite treinar com mais motivação e propósito.

 

Outro enorme benefício de conseguir antecipar seus treinos é entender a oscilação de níveis de energia durante a semana e disposição de horários e motivação para outras atividades. Uma vez que você memoriza toda sua planilha, é mais fácil conseguir encaixar atividades extras profissionais ou pessoais. Se você sabe que toda quinta feira sua carga de treino na piscina é curta e leve, isso resulta em uma janela de oportunidade para futuros compromissos, mesmo que precise marca-los com um mês de antecedência.

 

EFICIÊNCIA

Especialmente para amadores, um bom programa de treino é estruturado com cuidado para acompanhar a evolução de sua temporada e de treinos, sem que interfira nos bons hábitos e rotinas criadas até aquele momento. Por exemplo, sabendo que você irá sempre correr nas quartas-feiras a noite, você pode se preparar antecipadamente para aquele treino. Apenas o tipo do treino irá mudar com o tempo, a medida que você passe para outra fase do treinamento – mas você sempre terá certeza de que esporte irá fazer naquele dia da semana. Você não gasta energia se ajustando para um treino diferente toda semana, nem re-estruturando sua agenda semanal

 

 

ANÁLISE DE DESEMPENHO

Juntamente com outros princípios, a repetição que usamos na ironguides, ajuda o atleta a se controlar de maneira rápida e precisa, de uma semana para a outra. Dessa maneira, os atletas evitam de fazer inapropriados esforços longos em ritmo de prova ou treinos de limiar contínuo e testes de VO2máximo. Eles seguem as melhoras semana após semana, baseado nas parciais durante os treinos.

 

Tentando melhorar sua performance em relação a semana anterior, você fica concentrado, motivado e aumenta seus níveis de energia para que faça o melhor possível naquele dia. O que era “difícil” há um mês atrás, a ainda é “difícil”, mas o ritmo será mais rápido ou você irá conseguir sustentá-lo por mais tempo. Isso acaba criando confiança e direciona a atenção do atleta para melhoras a cada treino.

 

Repetição permite comparações reais de esforços e mudanças de ambiente. Sabendo que irá comparar treinos similares semana após semana, o atleta pode julgar melhor o impacto que uma mudança de técnica, dieta diferente ou um equipamento novo, teve em sua performance. Por exemplo, em um caso único, um atleta abaixou sua melhor marca em 200mts de natação de 4’05 para 3’28 em quarto semanas, apenas pelo fato de ter incorporado um certo equipamento em seus treinos.

 

MEDINDO A FADIGA

 

Repetição também te ensina a melhor julgar seu nível de fadiga, e como você responde a diferentes tipos de treinos. Isso te ajuda a decidir como melhor adaptar seu treinamento, o que evita inapropriados níveis de esforço e aumenta sua consistência nos treinos. Por exemplo, com o tempo, você vai experimentar diferentes tipos de fadiga, como stress, falta de sono ou mal hábitos de nutrição, mesmo assim vai perceber que seu corpo será capaz de ter uma performance tão boa quanto nos dias de hábitos perfeitos. Isso gera muita confiança antes de uma competição, pois você sabe que pode se dar bem mesmo não se sentindo em condições ideais.

 

Perceber o funcionamento corporal, é um processo interativo. Quanto mais você repetir um ciclo, mais você vai aprender e entender o funcionamento e sinais que você recebe de seu corpo.Isso te deixa livre para focar mais em cada treino, e para aproveitar mais seu tempo de descanso.

 

CRIANDO CONSISTÊNCIA

 

Usando algumas simples instruções, você pode aprender a modificar um treino baseado no sinal de seu corpo no início da série. Dessa forma, ao contrário de abandonar o treino, o atleta faz uma pequena modificação no trabalho a ser realizado. Assim, ao invés de perder o treino por completo, ele modifica o treino para reduzir a carga em seu corpo, permitindo melhor recuperação e mantendo consistência.

 

Apenas um treinamento repetitivo, te permite medir sua eficiência e resposta a diversas situações. Sabendo que você comprometeu certo treino baseado no feedback de seu corpo, e foi testemunha disso várias vezes em vários treinos e diferentes esportes, você fica mais confiante não somente em sua habilidade de ler seu corpo da maneira certa, mas também em responder a esses sinais. Resumindo, você aumenta a consistência de seus treinos, diminuindo o tempo necessário de recuperação.

 

 

 

AQUISIÇÃO DE COORDENAÇÃO MOTORA

 

Adquirir coordenação motora, requer várias repetições de um movimento específico até ficar “natural”: Como o Karate Kid precisou fazer várias vezes o movimento “mão direita, mão esquerda” para ter as habilidades básicas, que o ajudariam a adquirir movimentos mais específicos para o karate, como triatleta, você precisa repetir várias vezes determinados movimentos da natação, ciclismo e corrida, se você quiser incorporar essa habilidade motora e te ensinar a ter uma técnica eficiente, que é quando seu corpo faz um movimento de forma automática ao invés de um movimento consciente, nesse ponto você terá se tornado um faixa-preta do triathlon!

 

Repetindo alguns movimentos específicos e determinados treinos, você irá adquirir novas habilidades motoras, e melhorar as atuais que sejam corretas. Já percebeu o que acontece com sua técnica na piscina se você não cair na água com freqüência? Dentre várias razões, esta rápida perda de coordenação motora é exatamente o por quê, damos maior importância para a natação do que outras filosofias de treinamento. Particularmente, atletas sênior precisam treinar e especialmente nadar com freqüência para manter os difíceis ganhos de coordenação motora.

 

HABILIDADE DE CONCENTRAÇÃO

Fazendo-lhe repetir uma mesma série, durante semanas, você vai manter a concentração no que está fazendo. Menos distrações, significam que você pode concentrar mais em seu treino, automaticamente lhe ensinando essa habilidade mental que irá te ajudar no dia da competição. Ao contrário de incentivar o atleta a se arrastar ou se matar focando apenas na intensidade e sem concentração, sua rotina vai te incentivar a concentrar seu esforço em sua técnica, desenvolvendo-a apropriadamente – pois o condicionamento aeróbico acontece de qualquer maneira.

 

RESPOSTAS POR INTUIÇÃO

 

Pelo fato do programa de treinamento ser repetitivo, ele remove incertezas e variáveis de seu treino. Como atleta é melhor para você se comparar como está se sentindo em relação as semanas anteriores. Pode parecer loucura a princípio, repetir a mesma estrutura de treinos por várias semanas, mas com o tempo você aprende a melhor interpretar os diversos sinais que seu corpo lhe envia.

 

Você pode parar de se preocupar se você está cansado pelo fato de seu treinador sempre mudar a estrutura de seu treino. Dessa maneira você conseguirá reconhecer alguns truques que seu corpo faz, para te manter em uma consistente rotina de treinos. Por exemplo, o que parece ser fadiga, pode ser simplesmente ser ácido lático acumulado que precisa ser eliminado de seu corpo, será necessário iniciar o treino de forma bem leve, antes de entrar na série principal daquela sessão. Um atleta, aprende a interpretar esses sinais com o tempo, e adaptar seus treinos a eles.

 

Por exemplo, você está acostumado à determinada série de corrida na esteira, e começa a antecipar o sentimento dela quando se sente bem, dessa maneira você pode identificar melhor quando o treino simplesmente não vai “rolar”. Ao invés de ficar se preocupando com o que pode ter acontecido de errado, você aprende que o corpo simplesmente tem dias bons e dias ruins e que as vezes é preciso treinar em cima desses dias ruins da melhor maneira possível.

 

Com o tempo, atletas que treinam com repetição, desenvolvem uma habilidade de literalmente sentirem como estão se saindo em determinado dia. Lembre-se – controlar variáveis elimina desgaste do treinamento. Ao invés de usar dados empíricos que trabalham apenas um aspecto do treinamento esportivo, essa metodologia de repetição incentiva os atletas a desenvolverem um maior sentimento sobre seus próprios corpos. Assim como na vida, treinar com O Método, é uma experiência qualitativa!

 

Isso não significa que não indicamos aos atletas o uso de monitores de freqüência cardíaca ou medidores de potência para terem um feedback. Eles usam as informações dessas ferramentas em um contexto mais abrangente, para ajudá-los a ajustar suas intuições. Já que a maioria dos atletas não chegam a um nível de forma física onde pequenos detalhes importam, preferimos trabalhar com uma versão simplificada de termos de percepção de esforço: fácil, moderado e muito forte são alguns dos termos usados para descrever quase todo o programa de treinamento.

 

E agora, como criar uma rotina basica que seja eficiente em sua rotina profissional e pessoal de treinos? Sente com seu treinador e discuta os passos abaixo:

1º Passo – Determinando seu “orçamento máximo” em termos de horas disponíveis

Quais são os horários em sua semana em que é simplesmente impossível para você realizar um treino? Seja por compromissos profissionais, familiares, ou até mesmo uma questão logística específica de sua localidade

2º Passo – Estruturando sua planilha

Uma vez com o ‘mapa’ de sua rotina pronto, é hora de estruturar os trienos em sua rotina. Seu treinador irá criá-la de maneira que um treino deva complementar o seguinte, por exemplo seu treino de segunda feira, deve considerar que aos finais de semana você geralmente faz treinos mais longos ou então participa de provas. Assim, a intensidade e duração deve trabalhar de maneira compensatória. Gostamos por exemplo de agendar treinos de velocidade e força na natação, ou de força no ciclismo no início da semana para liberar uma carga hormonal anabólica, compensando assim a carga catabólica dos treinos longos de endurance

3º Passo – Iniciando e criando sua rotina

Nas três primeira semanas de sua planilha, faça os treinos com a intensidade um pouco reduzida do que você acha que conseguiria fazer, isso irá lhe ajudar a se manter consistente nos treinos evitando assim fadiga em excesso. Existe a teoria dos 21 dias, que se você repetir um ato por 21 dias, ele se transforma em hábito. Experimente esse processo com seus treinos, tenha como objetivo cumprir a planilha, evitando perdas (a não ser por compromissos não planejados), e ao final das 3 semanas você vai se sentir em ótima forma física e em controle de seus treinos.

E então é uma questão de repetir, repetir e repetir aquela planilha, até que seu treinador decida que a carga foi suficiente, seus objetivos para aquela fase foi alcançado, e então é hora de criar uma nova rotina.

Bons treinos.
Vinicius Santana, Coach ironguides


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Descanso durante a temporada: Por quê e como fazer?

Neste meio de temporada, alguns atletas se encontram um pouco desmotivados em relaçãos aos treinos. É bem provável que as principais provas do ano já tenha passado, mas que restam ainda alguns eventos importantes para fechar a temporada, provas essas que ocorrem em Novembro.

A forma física está em cima, mas a motivação para continuar treinando fica cada dia menor. O atleta então se encontra em um mix de altos e baixos quando se trata de performance nos treinos e motivação para sair para treinar.

Mas como resolver esse problema e ter novamente aquela vontade de treinar o esporte? Uma opção que costuma ser bem sucedida é tirar uma “mini férias” da estrutura dos treinamentos, não somente para um merecido descanso físico, mas principalmente para voltar a ter aquela vontade de treinar que tanto gostamos.

Primeiro é importante entender os benefícios mentais de um descanso no meio do calendário de provas. Se você está considerando uma mini-férias durante a temporada, significa que você atravessou uma linha muito fina buscando seu limite, seu objetivo e seu sonho.

Mas nesse esporte, isso é necessário, é muito difícil ter melhoras ou resultados expressivos sem passar por fases de fadiga física e mental que não seja intensa. Quando um atleta se encontra em “burn out” (termo em inglês pare desgaste mental), 99% das causas são mental/sistema nervoso.

Quando nos direcionamos totalmente em um assunto, no caso o triathlon ou corrida, sem ter um descanso, estamos sempre ligados, e sabemos que a quantidade de informação relacionada ao esporte é imensa. Sites de triathlon ou corrida, revista, fotos, loja, pessoas, locais treino, sempre as mesmas coisas em sua cabeça, noite e dia, drena seu sistema nervoso. Burn outs acontece com atividades sem nenhum esforço físico como pesca ou golf. Não é apenas físico o descanso que você precisa, mas sim com TUDO relacionado a Triathlon.

Portanto quando escolher um local e data para sua mini-férias no esporte, é importante escolher um lugar diferente no qual você nunca tenha ido antes, vá sem sua road bike, MTB é uma boa alternativa. Corrida é feita sem relógio, de preferencia em parques ou trilhas e nunca na esteira, alterne com longas caminhadas sem intensidade, esqueça um pouco os “dados” que lhe são passados nos treinos usuais (batimentos, velocidade, etc).

Natação de preferencia em águas abertas, sem estrutura ou série, nade o volume que quiser mas evite nadar na mesma piscina que fez seus treinos, varia, explore. Durante esse período, alterne entre um dia de descanso total, com um dia LIVRE (evite pensar em treinos de triathlon, pense em atividade física), de até 40min.

Outra dica é sair também do estilo de vida do triathlon quando se trata de informações. Por exemplo, leia sobre assuntos que sobre os quais você nunca se interessou antes, algo que seja NOVO. Vá para algum lugar que você não conhece, algum lugar QUIETO e CALMO.

Converse com pessoas que você não conhece, menos triatletas. Ao final de sua mini-férias você vai se encontrar com outro ânimo nos treinos, e com ainda mais certeza que o esporte é sua paixão e estilo de vida. E por ter feito algumas atividades, sua forma física sera mantida e o retorno aos treinos de performance não vai demorar muito até aparecer. Bons treinos

 
Vinicius Santana, Coach ironguides


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Vídeo com Novidade! Planilhas de triathlon com vídeos explicativos – R$49/mês

Atualizamos nosso serviço de planilhas por assinatura mensais. Na nova versão você tem mais informações, flexibilidade, pelo mesmo valor acessível de R$49/mês.

O que mudou?

1) Todos treinos da planilha agora são acompanhados de um vídeo com explicações adicionais as instruções escritas da planilha

2) Todos treinos agora estão divididos em 3 níveis: iniciante, intermediário e avançado. Por exemplo, caso você seja um corredor com experiência, mas ainda iniciante na natação, você pode encontrar uma carga ideia para sua forma física.

Abaixo as diretrizes de níveis:

Natação:
Avançado:completar 1500m abaixo de 27´30″
Intermediário: completar 1500m abaixo de 35min
Iniciante: Acima de 35min para 1500m

Ciclismo:
Avançado: Pedalar 40km abaixo de 1h10
Intermediário: Pedalar 40km abaixo de 1h30
Iniciante: Acima de 1h30 para 40km

Corrida:
Avançado: Correr 10km abaixo de 50min
Intermediário: Correr 10km abaixo de 1h05min
Iniciante: Acima de 1h05 para 10km

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Atitude mental antes e durante a prova.

A essência do Ironman – Gratidão

 

A “tensão” da véspera da prova o faz esquecer do porque você está ali. Quanto mais exposto a conversas entre triatletas, mais forte é a mudança de objetivos para a prova. É bem provável que você tenha começado neste esporte pelo estilo de vida que ele propõe, por ser saudável, ter a oportunidade de conhecer lugares interessantes e belos no mundo participando de competições, pelas amizades saudáveis e alegres, pelo desafio pessoal, pela oportunidade de ter condições físicas, de tempo, e financeira de participar de algo tão especial, uma celebração da vida.

 

Não se esqueça desses fatores, procure diminuir a importância em que parciais em modalidades, colocações em sua categoria ou vagas para Kona, ocupam em sua lista de objetivos, pois estes serão somente conseqüência da execução de sua prova, baseada nos treinamentos, esteja bem consigo mesmo, de uma forma até espiritual.

 

Determinando Objetivos

 

Terminar a prova é sempre o topo da lista, mas a partir daí os atletas tem objetivos secundários, sendo a maioria em relação a tempo. Terminar a prova em menos de X horas, ou nadar/correr/pedalar em Y minutos mais rápido do que o ano anterior, etc.

 

Isso é algo extremamente arriscado pois os fatores em que você baseou seu parâmetro de comparação não são os mesmos do dia da prova. Caso você pretenda abaixar seu tempo em relação ao ano anterior ou a outras provas, tenha cuidado e considere as condições que geralmente são diferentes, como vento, temperatura, correnteza no mar.

 

Outro problema ainda maior acontece com os iniciantes, que criam objetivos para tempo final de prova baseados em treinos. A grande questão é que a não ser que você tenha feito um ironman em treino (pouco provável!) é impossível saber o que acontecerá nos últimos 21km de corrida, e a margem de resultados é enorme, sendo desde uma corrida forte em 200 minutos, até mesmo problemas com câimbras, e a necessidade de caminhar todo esse trecho em 3 horas ou mais!

 

Confiança

 

A semana da prova pode ser bastante desafiadora em termos de confiança em seu potencial e treino executado. Logo que você chega em Florianópolis e observa todos aqueles atletas com equipamentos de ultima geração e caríssimos, uniformes com patrocínios, musculatura definida e vascularizada, é um tão quanto intimidante para o atleta iniciante, lembre-se que antes da prova todos parecem ser campeões, não deixe os outros influenciarem em sua confiança para a prova.

 

Outro pensamento bastante comum é “deveria ter treinado mais!” – Você já fez o melhor que poderia, se foi preciso ficar uma semana sem treinar em sua preparação por estar ocupado com seu trabalho ou por ter ficado doente, são condições que todos enfrentamos, praticamente nenhum atleta tem uma preparação “perfeita” sem nenhum tipo de desvio, lembre-se disso, você não está sozinho.

 

Seja Realista

 

A maior diferença entre o Ironman e as provas curtas (short/olímpico) é que o resultado é extremamente justo para aqueles que entendem a essência da execução da prova somado com uma boa preparação física.

 

Caso você esteja em um “dia ruim”, e não se sinta bem na natação ou no início da bike, fique tranqüilo, o dia mal começou e você tem muito tempo para colocar em prática o que treinou, o mesmo acontece em caso de um pneu furado ou perda de tempo nas transições, ao contrário das provas curtas, seu tempo final quase não será afetado por esses deslizes e contratempos.

 

O outro lado da moeda dessa característica do ironman, é que não existe “sorte” ou “milagre” no dia da prova. Se seus treinos não foram perfeitos, ou até mesmo ficaram bem aquém do planejado, reveja e ajuste seus objetivos para evitar frustrações durante a prova, pois sem treino, sem estar em forma, não é possível fazer uma boa prova de ironman, por mais experiente que o atleta seja.

 

Racional vs Emocional

 

Cuidado para não deixar suas emoções tomarem conta de suas ações durante a prova. A combinação da adrenalina liberada nas primeiras horas de prova, com o perfil competitivo de cada triatleta, somado ao fato de todos estarem completamente descasados para aquele dia, é uma receita perfeita para as emoções tomarem conta, o que pode ser um desastre caso seu objetivo seja alcançar o melhor resultado possível no dia da prova.

 

Os principais erros acontecem no ciclismo, principalmente no início dele onde a empolgação toma conta e os atletas esquecem que estão apenas começando um dia de várias e várias horas, e então começam a competir um contra o outro, respondem ultrapassagens, e ignoram seus planos nutricionais ou de ritmo de prova.

 

Outro fato comum é a mudança de emocional para racional caso algo negativo aconteça, como querer “compensar o tempo perdido” após um furo de pneu, penalização na bike, ou qualquer outro contra-tempo. Tenha bastante calma nessas situações, o ironman é uma prova longa, e é possível trabalhar aos poucos em cima do tempo perdido mas sempre de forma racional.

 

Atitude Positiva

 

A prova tem uma duração entre 8 e 17 horas, é muito tempo para que tudo aconteça como planejado, especialmente quando consideramos que vários desses fatores não estão em nosso controle. Conclusão, é bem provável que algo dê “errado” ou melhor, não acontece conforme você planejou ou esperava.

 

Lembro-me em 2009, quando escrevi um artigo que também tocava neste tema de condições adversas, e imediatamente após a prova vários atletas vieram me falar que já mesmo na natação, eles lembravam do artigo pois não conseguiam enxergar as bóias, e ficaram perdido.

 

Ironman é uma prova de superação. Começando com os treinos, onde você supera os desafios do dia-dia, conciliando sua vida profissionais e pessoal, com os treinos que demandam tempo e energia, isso é 90% da experiência. O dia da prova é apenas a “celebração” de ter vencido o desafio e estar ali na linha de largada, você ainda será testado com desafios durante a prova, seja logísticos ou físico, mas com sua determinação de ironman, irá sempre trabalhar para superar estas dificuldades e cruzar a linha de chegada.

 

Tenha uma boa prova!
Vinicius Santana, Coach ironguides

 

 

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Principais Erros Cometidos por triatletas

Erro: Compensando um treino perdido

Existem diversos motivos que podem atrapalhar sua rotina e lhe forçar a perder um de seus treinos. Demoradas reuniões no trabalho, tempo ruim, compromissos familiares, engarrafamento no trânsito e o motivo numero um, fadiga profunda que faz com que você demore mais para fazer suas atividades, fique com um pouco de preguiça e que quando percebe, já está muito tarde para fazer todo o treino ou você está ainda mais cansado e não conseguirá treinar com a qualidade que queria.

Ao mesmo tempo, apesar de estar mais cansado do que o normal ou só ter a metade do tempo suficiente tempo para treinar, você percebe que ainda da para “salvar o treino”, seja pedalando apenas quarenta minutos dos oitenta minutos programados, ou nadando dois quilômetros ao invés de três. Então vem a pergunta, é melhor treinar um pouco menos e mais devagar agora, tentar compensar esse treino nos próximos dias ou descansar completamente?

Para a grande maioria dos casos, a resposta é: faça o seu melhor AGORA! Existem diversos motivos que justificam treinar menos ou mais devagar é muito melhor do que perder um treino ou tentar compensar esse mesmo treino treinando mais ou mais forte nos dias seguintes:

1) Consistência: O principal motivo é que você fica fora do ciclo vicioso de descanso extra seguido de treino forte. Se ao invés de você treinar menos e mais devagar, você tira um dia de descanso, primeiro virá um sentimento de culpa, e a tendência de tentar compensar aquele treino perdido no dia seguinte, seja treinando mais forte ou com mais volume. O que acontece é que com o descanso extra que você teve quando resolveu cancelar o treino, seu corpo está mais descansado do que o programado em sua planilha de treinamento e você está motivado a treinar mais forte ou por mais tempo.

Essa é uma combinação super perigosa, pois geralmente o resultado é um treino muito mais forte do que o normal no dia seguinte, seja na intensidade ou no volume, o que vai te colocar em um estado profundo de fadiga para o dia seguinte, o que lhe deixará mais desanimado e com preguiça do que o normal, aumentando a tendência de se desorganizar ou perder a motivação, o que gera a falta em um outro treino, e assim você acaba entrando em um ciclo vicioso de:

 

Descanso não programado

=

Atleta motivado e corpo descansado

=

Treino muito forte ou longo e inadequado

=

Descanso não programado

2) Manutenção da forma física: Quarenta minutos de treino não vai lhe transformar no melhor triatleta de sua categoria, porém se você consegui estimular o sistema de energia e técnica no qual treinaria por mais tempo naquele dia, irá deixar aquele sistema ativo até que tenha tempo ou disposição para treinar novamente, ou seja, apesar de você não estimular adaptações para melhora em sua forma física, irá manter sua forma atual, evitando perdas que viriam com o descanso não programado.

Por exemplo, se em um determinado dia, seu programa indicava um treino de ciclismo nas montanhas de 90 minutos, mas você está em casa e tem 40 minutos até um compromisso familiar, uma alternativa é fazer um treino no rolo, usando marchas pesadas e cadência baixa, que irão estimular um trabalho de força semelhante ao que faria nas subidas.

3) Mantém sua rotina e bons hábitos: Quando você perde um treino por qualquer que seja o motivo, é normal que você se encontre fazendo coisas que geralmente não fazem parte de sua rotina. Uma sensação de que o trem saiu dos trilhos de uma vez por toda, você se encontra indo dormir mais tarde do que o normal, comendo mais junk-food do que deveria e todos aqueles seus hábitos saudáveis, são esquecido pelo simples motivo de que um treino foi perdido e os hábitos que acompanhavam sua rotina, ficaram sem rumo.

Este é outro motivo para que mesmo um treino curto e leve de trinta ou quarenta minutos, é muito melhor do que perder todo o treino, você continua organizado, com bons hábitos nutricionais e de sono, um estilo de vida saudável que anda lado a lado com performance nos treinos e prova.

Portanto, na próxima vez que você só tiver trinta minutos ao invés de duas horas para completar seu longo de corrida, pense duas vezes antes de desistir e deixar para amanhã, pois a longo prazo, faz uma enorme diferença.

Bons Treinos!
Vinicius Santana, Coach ironguides

 

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De Corredor a Triatleta: Passo a Passo

Convenhamos, praticar somente a corrida pode ser um pouco monótono, principalmente se seus locais de treinos são limitados em apenas algumas opções, além disso o risco de lesões vai ser sempre muito presente principalmente caso você pretenda praticar o esporte por muitos anos. Se este é seu caso, o triathlon pode ser uma boa opção para deixar sua rotina de treinos muito mais interessante, além de lhe ajudar a se manter sem lesões praticando esportes por muitos anos, já que a natação e o ciclismo oferece pouco risco devido a falta de impacto

Como um corredor com um bom nível de condicionamento físico, você provavelmente sempre foi um pouco curioso para saber de como é a rotina de treinos e provas de um triatleta. Afinal de contas, o quão difícil pode ser completar um short triathlon? Nadar por setecentos e ciquenta metras, pedalar sua bike por vinte quilometros e correr por outros cinco, isso já é suficiente para lhe dar o título de triatleta.

A maior dificuldade de se iniciar em um triathlon é a abilidade e o medo de nadar em águas abertas, esse problema pode ser resolvido com algumas aulas de natação que lhe darão mais confiança para essa situação.

Como Treinar?

Começa com uma rotina simples de ao menos um treino por semana em cada modalidade, cuja distância se aproxime do que você irá enfrentar no dia da prova.

Caso você seja um nadador iniciante, procure praticar a modalidade duas vezes na semana, já que natação é o esporte mais técnico dentre os três, e é preciso mais tempo até que você tenha uma boa técnica para conseguir fazer treinos físicos mais intensos. Inicie suas aulas um bom tempo antes de sua prova para não ter pressa em aprender a técnica antes de passar a parte física

Uma vez que você está estável em sua rotina, acrescente um segundo treino em cada modalidade, dê prioridade ao ciclismo caso ainda tenha dificuldades com em manter um bom ritmo na bicicleta. Tenha certeza também de não repetir o mesmo treino duas vezes na semana, não faça a mesma série ou volume, procure variar a intensidade e volume de cada treino.

Por exemplo, um de seus treinos no ciclismo deve ser mais longo para melhorar sua resistência a distância, enquanto um segundo treino deve ser mais curto porém em mais alta intensidade, melhor ainda se tiver alguns tiros curtos, dessa forma você treina tanto sua velocidade, ritmo de prova, e o segundo treino complementa trabalhando sua resistência também conhecido por endurance.

Outra regra básica, evite repetir a mesma modalidade em duas dias seguidos. Outra dica para iniciantes é experimentar correr no dia seguinte ao trieno de ciclismo, dessa maneira você vai sentir um pouco da realidade do triathlon, correr com as pernas fadigadas.

Seja Equilibrado!

Ter um bom equilíbrio em sua rotina diária é um dos maiores desafios do triathlon. Afinal, como conciliar treinos de três modalidades (geralmente ao menos duas vezes por semana cada!) com compromissos profissionais e pessoais?

1. Treino de forma eficiente: Siga um programa de treinamentos para iniciantes que estruture sua rotina com um objetivo e treino por dia. Triathlon é um esporte onde a prioridade é ser consistente, fazer um pouco todos os dias é muito melhor do que espremer tudo no final de semana. Seguindo uma planilha de treinamento você também evita perder tempo com quilômetros desnecessários.

2. Pedale em casa: Use um “rolo de treinamento”, um aparelho que transforma sua bicicleta real em uma bicicleta ergométrica, é uma maneira fantástica de melhorar sua forma física específica para o ciclismo. É mais conveniente e lhe economizará tempo se comparado ao trabalho de se organizar para fazer um treino na rua. E mais uma vez, tenha certeza de fazer uma boa combinação de intensidade e no volume certo.

3. Treinos curtos, com frequência:  É possível fazer um treino de qualidade em qualquer das modalidades em apenas trinta minutos, contando que tenha a intensidade adequada. Treinos curtos lhe ajudarão a se manter consistente em sua planilha

4. Ache janelas de oportunidades de treinos em sua rotina:  Trabalhamos com atletas que treinam no horário de almoço para ter as noites livres para a família, ao mesmo tempo outros atletas fazem seus treinos enquanto os filhos estão em atividades musicais ou esportivas. Fique atento para oportunidades em sua rotina.

5. Faça Treinos combinados: Combine duas modalidades em um treino, além de ser ótimo para sua forma física, também lhe economizará tempo. Corra até a piscina, faça seu treino de natação, depois corra de volta para casa. Ou crie o hábito de correr quinze minutos após ao menos um de seus treinos de ciclismo.

6. Comunique-se com sua família de seu novo esporte: Sempre ajuda quando as pessoas em sua volta entendem sua motivação para praticar o triathlon e ao lhe verem colhendo os benefícios de uma vida mais saudável e ativa, não fique surpreso se em breve outros familiares ou amigos entrarem na mesma. Não se esqueça de ser flexível em relação ao seu tempo com essas mesmas pessoas, doe seu tempo na mesma dose em que seu treino lhe tira deles.

Equipamentos

Tudo que você precisa é um óculos de natação, uma bicicleta um boas condiçoes de uso, um capacete e tênis para correr. Qualquer outro equipamento não é um requisito.

Triathlon pode ser um esporte caro, portanto antes de comprar todo o equipamento você tem alternativa de utilizar uma bicicleta emprestada ou alugada ou comprar algo semi-novo apenas para experimentar, bicicletas para trilha, as Mountain Bikes é a opção de muitos iniciantes.

Uma bicicleta de ciclismo irá lhe proporcionar uma melhor experiência inicial se comparada a uma bicicleta de triathlon (sim, existem diferenças!), pois lhe permite um melhor equilíbrio e controle, além de geralmente lhe proporcionar melhor equipamentos para frenagem gerando assim mais segurança e confiança.

Seu próximo passo em relação a equipamentos, são as sapatilhas  para ciclismo, que lhe permitem pedalar com o pé preso aos pedais, gerando assim uma pedalada mais eficiente e suave ao redor dos trezentos e sessenta graus do pedevela ao contrário de apenas “empurrar” os pedais que é o que acontece com pedais convencionais. Treino em um ambiente fechado (ex: parque ou estacionamento) para ao menos se acostumar com o motivemento de prender e soltar as sapatilhas

Sua primeira prova

Decidir qual será seu primeiro triathlon depende em sua atual forma física. Por exemplo, você é um iniciante na corrida e pretende apenas explorar outras opções de atividades física, ou você já tem experiência em maratonas e está a procura de um próximo desafio?

Depende também de sua ténica na natação. Você terá uma boa vantagem caso já saiba nadar relativamente bem, pois o ciclismo pode ser aprendido mais fácil.

Não existe a necessidade de iniciar em um triathlon para experimentar as atividades multisport. Por exemplo se você já sabe nadar e correr, pode participar de provas de Aquathlon (natação e corrida), ou caso ainda não saiba nadar, procure fazer um Duathlon (corrida/ciclismo/corrida), assim você já aproveita parte dos benefícios e adquire experiência nos treinos, transições e provas.

E finalmente, a regra mais importante para seu primeiro triathlon independente da distância é terminar com um sorriso! Como um iniciante no esporte você não precisa ter expectativas além de curtir cada momento desse novo esporte.

Bons treinos.
Vinicius Santana, Coach ironguides


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Vídeo: Use metas para treinos, mas nunca durante a prova

Caso você tenha um objetivo em que envolve situações fora de seu controle, como por exemplo determinada colocação, seja um pódio, mas você não sabe mesmo nem quem irá fazer a prova, ou atingir certo tempo em uma prova, mas você não tem certeza das condições climáticas ou distância certas da prova, a dica é, use estas metas para motiva-lo durante os treinos, mas no dia da prova, o foco muda para a execução de sua estratégia. O vídeo abaixo lhe ensina mais sobre esse assunto:

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Entendendo o Triathlon

Triathlon não é natação+ciclismo+corrida, e sim nataçãociclismocorrida.

À medida que nosso esporte cresce em termos de popularidade, os mesmo erros são cometidos por iniciantes na modalidade, a razão é uma combinação de falta de informação e sendo comum que às vezes é completamente equivocado quando se trata de triathlon.

Esse é o mais grave erro e a primeira coisa que deve ser considerada pelos atletas. Se você quer ser o melhor nadador possível, ter o pedal mais forte com seus amigos no final de semana, e ter um tempo bom na corrida rústica local de 10km, você pode até achar que sua performance específica em cada uma das modalidades isoladas, será transformada em resultado no dia do triathlon, mas na verdade, você poderia estar treinando de forma muito mais eficiente e específica.

A principal razão, é que as modalidades quando isoladas, requerem diferente técnica, diferente treino, e até mesmo diferente equipamento do que quando se trata das modalidades durante treinos e competições de triathlon.

Para nadar rápido na piscina, ter uma boa técnica é um pré-requisito básico, e para atingir isso, você vai precisar gastar metade de seu tempo em educativos, series de pernada, trabalhar alongamento para tornozelos e nadar outros estilos que vão desenvolver sua sensibilidade com a água. Isso seria aceitável, caso você pudesse passar 10 horas por semana na piscina, como a maioria dos nadadores, mesmo que amadores em equipes másteres, fazem.

Mas e os triatletas? Considerando que você tem apenas metade do tempo dos nadadores na piscina, pois precisa treinar também o ciclismo e a corrida, ou seja, nada duas ou três vezes por semana, em torno de uma hora, qual seria sua melhora se gastasse metade desse tempo em educativos, pernadas e séries de peito ou costas? Eu não estou dizendo que triatletas devem ignorar a técnica na água, mas quando falamos de natação no triathlon, precisamos consideras aspectos como águas abertas, roupa de neoprene, atletas do seu lado, ou seja, várias variáveis que irão determinar o tipo de técnica mais eficiente para o triathlon, específica para nosso esporte, ela é uma combinação de pouca pernada, elevado ritmo de braçadas, e o aspecto mais importante, força em sua puxada. Pense nisso em seu próximo treino de natação, onde você vai gastar seu tempo, tentando ficar com um estilo mais bonito, ou trabalhar em forma física e força, que é o que realmente irá melhorar sua performance na prova.

Com o ciclismo, a metodologia é a mesma. Todos nós sabemos dos feitos de ciclistas como Lance Armstrong, que pedala em uma cadência de 110 e parece nem estar fazendo força, dominou a principal prova de ciclismo do mundo, e a cadência foi sempre um ponto que chamou atenção, então todos atletas, ciclistas e triatletas começaram a copiá-lo, afinal, ele deve estar fazendo algo certo para andar tão rápido em cima de uma bicicleta.

Mas precisamos lembrar que o Lance não nadou forte antes de subir na bicicleta, que seus batimentos não estão perto do máximo, e o máximo que ele irá correr, é dos repórteres, nada de 10km ou maratonas a frente. Lembre-se que diversos ex-ciclistas profissionais, ex-participantes do Tour de France, participaram de provas de ironman, e com raríssimas exceções, eles fizeram tempos na bike intermediários em relação aos triatletas profissionais, e nunca conseguiram um resultado final de expressão.

Além da influência de ciclistas e da mídia, triatletas ainda tem que enfrentar os amigos dos longos no final de semana. Pedalar com cadência alta é uma cultura que por incrível que pareça, você vai ser questionado sobre sua cadência baixa, e vão tentá-lo convencer a todo custo de entrar para a “religião do spinners”, mesmo se você tiver a percepção (correta!) que pedalar com uma cadência mais baixa é mais natural, mais eficiente e você tem mais controle em conformo na bicicleta, em suas pernas, sistema aeróbico e mesmo assim consegue desenvolver uma velocidade decente.

Isso é exatamente o que estamos procurando em uma prova de triathlon. O ciclismo tem como objetivo, abaixar seus batimentos da natação e te levar a segunda transição em um tempo razoável, para que você saia pra correr com batimentos baixos, use um diferente estímulo de fibras musculares em suas pernas (mais descansado!) e pronto para correr o que você é capaz. Nada de ficar sem entender porque você corre tão bem em treinos, mas não consegue boa performance na corrida do triathlon.

E uma corrida boa no triathlon não significa correr rápido! Um bom triatleta amador corre dez quilômetros em quarenta minutos, esse ritmo é o aquecimento de corredores decentes, já nas provas de Ironman, fica tudo ainda mais claro, um excelente triatleta tem dificuldades de baixar da marca de três horas e trinta minutos na maratona, o que serve de alerta para você repensar o tipo de treino de velocidade necessário em seu programa, que deve ser em sua maioria, séries compensatórias dos treinos longos, que irão desenvolver eficiência no ritmo e técnica da corrida no triathlon.

Portanto, na próxima vez que pensar em ajustar sua técnica em algumas das modalidades, ou iniciar um diferente programa de treinamento, tenha certeza que não é algo isolado e que considere a realidade e requisitos do triathlon, afinal o que realmente conta é o tempo que aparece em sua foto de chegada!

Bons Treinos!
Vinicius Santana, Coach ironguides


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Vídeo: Desafios são parte de sua preparação

Aqueles treinos que você não conseguiu fazer por problemas de: (saúde, trabalho, tempo, etc – insira um motivo legítimo aqui…), são parte de sua preparação. Todos atletas lidam com isso. Esse vídeo explica como entender que a preparação que não foi perfeita, na verdade, foi perfeita sim…Bons treinos e boa prova.

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O desafio do treinamento no calor

Estamos nos aproximando do auge do verão no hemisfério norte e a temporada das provas de Ironman está a todo vapor com grandes corridas acontecendo semana a semana. Como se apenas um Ironman não fosse desafiador o bastante, é comum nos depararmos nessa época do ano com desafio extra, já que as condições climáticas extremas podem gerar demandas extras do corpo do triatleta, que já sofre com treinamento e recuperação.

Muitos atletas veem uma queda repentina no desempenho nessa época do ano. Tal redução tende a coincidir com uma perda de motivação, justamente quando temos que estar mais motivados com a chegada das principais provas.

A razão de vermos esse declínio é que não ajustamos o treinamento, a nutrição e os métodos de recuperação de maneira que reflita as mudanças nas condições climáticas que enfrentamos nos treinos.

O corpo humano é desenhado para trabalhar melhor em um pequeno intervalo de temperatura e, enquanto podemos colocar mais roupas para lidarmos com temperaturas mais frias, não há muito o que se fazer em altas temperaturas para regular a temperatura corporal. Treinar no calor sempre será muito desgastante para nossos corpos e nós temos que trabalhar duro para mantermos corpo em temperatura adequada. Isto, pois quando o cérebro sente um aumento da temperatura central, começa a tentar diminuir a atividade dos músculos para proteger o organismo.

Se ignorarmos esses sinais para parar ou diminuirmos o ritmo, nosso corpo pode sofrer uma hipertermia. Uma vez que isso ocorre, o corpo irá lembrar e sempre se “desligar” mais cedo em dias quentes com o objetivo de se preservar. A falta de motivação que já citei é o resultado de colocarmos continuamente nossos corpos em perigo nesses ambientes quentes.

Com os principais eventos ocorrendo nessas condições, o que precisamos fazer para minimizar esses riscos durante o treinamento?

Em primeiro lugar, temos que tentar treinar nos horários mais frescos do dia, quando o efeito solar é mais baixo. Isso significa evitar o sol do meio do dia e de preferência mudar qualquer sessão mais forte para de manhã cedo; o que é bom já que precisamos que nosso corpo esteja preparado para isso no dia da prova.

Enquanto alterar o horário dos treinos é possível para alguns atletas, essa não é sempre a solução para todos. Nesse contexto, é preciso que se busque alternativas para reduzir a exposição ao calor e ao estresse provocado pela exposição ao sol. Uma solução é realizar as sessões de alta intensidade indoor. Para isso, o rolo e a esteira são excelentes opções para que se tenha treinos de qualidade em um ambiente controlado.

Além disso, a escolha das roupas sempre produz grande impacto caso não tenhamos opção do treino indoor. Houve recentemente um grande aumento de roupas desenhadas especialmente para a pratica de exercícios nos dias mais quentes: materiais leves que visam proteger a pele dos raios solares e refletir o calor. Se você sofre no sol, então escolher uma roupa que cobre uma parte do corpo maior, expondo o mínimo de pele possível é o melhor a ser feito. Apesar disso, nossos instintos nessas condições é vestir o mínimo possível, pois inicialmente nos sentimos menos quentes. A realidade, porém, é que se cobrirmos o peito e os ombros em treinos de endurance no sol, teremos melhor desempenho e recuperação.

Outro truque com a vestimenta é colocar as roupas em água antes de vesti-las para o treino. A roupa molhada irá o resfriar no início da sessão e conforme ela se desenrola, é interessante que a mantenha molhada.

O treinamento no calor não é o único desafio, pois a recuperação após a sessão é uma grande parte do treino em ambientes extremos. Treinar nesses ambientes aumenta a temperatura corporal central e a nossa meta ao terminar qualquer sessão deveria ser baixar essa temperatura para níveis normais o mais rápido possível. Muitos de nós terminam o treino e seguem a vida normalmente, sentindo calor, suando e desconfortáveis por longos períodos.

Um banho gelado após o treino é uma excelente forma de reduzir rapidamente a temperatura, voltando às condições normais. Você não precisa de uma banheira de gelo para fazer isso, apenas água gelada do chuveiro é o bastante para o que proponho para que fique pronto para o resto do dia.

Se está com pressa e um banho não é possível, então colocar sacos de gelo nos ombros, na parte anterior das coxas ou em qualquer outra área com grande fluxo sanguíneo. Dessa forma, conforme um aporte significante de sangue flui, o gelo rapidamente diminui sua temperatura, o que reduz a temperatura corporal.

A nutrição é outra área em que temos que focar quando treinamos no calor. Nossos corpos perdem muito mais sais nessas condições devido às altas taxas de suor conforme tentam se manter em temperatura adequada para o funcionamento. Atletas de ironman em geral tendem a seguir estilos de vida saudáveis. Como comer é uma área desse estilo de vida, tendemos a cozinhar refeições saudáveis e nosso foco definitivamente é em comida não processada. O problema é que constantemente recebemos conselhos de profissionais de saúde e de órgãos governamentais para que consumamos menos sal, logo, raramente colocamos mais sal enquanto cozinhamos.

Se estamos treinando em condições quentes e suando, precisamos repor todos os sais que perdemos. Nosso corpo possui uma reserva de sais e, uma vez que ela se aproxima do fim, temos problemas que afetam a performance e, de forma mais séria, nossa saúde em geral.

Sinais de que níveis de sal estão baixos começam com falta de motivação, pequena tontura e baixos níveis de energia durante o treinamento, progredindo para câimbras, náusea e confusão geral. Esses sinais são vistos por alguns atletas como um símbolo de que estão treinando forte e bem, mas a realidade é que os estoques de sais estão bastante próximos do fim.

É comum que atletas comecem a falar que estão em overtraining ou com grande fadiga quando se sentem daquela forma, mas apenas repor os estoques de sais corporais pode levara uma mudança da noite para o dia e os treinos podem voltar ao normal.

Eu acho que atletas sempre buscam maneiras saudáveis de fazer isso e especialmente pensam em repor seus estoques por meio de bebidas isotônicas. No entanto, essa não é a melhor solução, já que o corpo parece se recuperar muito mais rápido quando os sais são ingeridos com comidas solidas. Adicionar, portanto líquidos à essa equação pode apenas piorar seu quadro.

Além disso, comida feita em casa com pouco sal não irá te curar. Você precisa de comida com altos níveis de sais para te trazer “de volta a vida” rapidamente. Eu acredito que fast-food de comida chinesa, que é sempre criticada na imprensa pelos seus altos níveis de sal é a melhor opção para que atletas votem aos treinos com qualidade o mais rápido possível.
Às vezes é preciso ouvir o corpo. Como atletas, as vezes restringimos o consumo de alguns alimentos e ignoramos necessidades por certos nutrientes. Após um ironman, é quase universal que atletas tenham a necessidade de consumir alimentos ricos em sal e carboidratos. É exatamente isso que o corpo precisa e o que deveríamos dar a ele após exercícios de endurance no calor!

Treinar e competir em ambientes extremos é parte do nosso esporte e com um pouco de planejamento podemos prosperar nessas condições, com desempenho máximo em treinos e competições.

Desfrute de seus treinos!
Alun Woodward, treinador ironguides

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